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No início da década de cinqüenta, apareceu na cidade mais um adventício, JOSÉ CAMILO MACIEL, escrivão de polícia transferido para exercer suas funções na Delegacia local.
Como das vezes anteriores, o Maciel (como ficou conhecido), também estranhou não haver clube social na cidade. Sujeito alegre e falante, logo enturmou-se e passou a irradiar seu entusiasmo entre todos.Suas gestões junto às pessoas mais gradas da cidade, animou-as a tentar, mais uma vez a adotar o projeto de fundação de um clube.
Uma reunião foi, então, marcada para o dia 27 de dezembro de 1952, no Cine e Teatro Cassini, às 19 horas. Compareceram a esta reunião trinta e três pessoas e, ali mesmo, Maciel lançou a idéia da fundação de um clube, desde que, segundo disse, era o desejo da maior parte de nossa “melhor sociedade”, etc. |
A ata de fundação diz tudo, mas é bom lembrarmos que muitos dos fundadores do PTC já se foram, alguns ainda lembrados por haverem ocupado cargos nas diretorias pioneiras; outros, no mais doloroso anonimato, embora tenham participado ativamente para que o clube vingasse.
| Leia-se, em seguida, a PRIMEIRA ATA DO PTC, ou seja, a ata de sua fundação, exatamente como está lançada no livro n°1, ipsis verbis: |
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